“Ele não vai te ligar e pedir desculpas, talvez não fale com você nem por internet. Não vai se arrepender de nada do que fez, e nem reconhecer que errou. Não vai perceber que está te perdendo aos poucos, ou que já perdeu. Não vai pedir pra que tudo volte a ser como era antes, ele está feliz assim. Não vai dizer para os amigos que sente a sua falta ou algo do tipo, e nem lembrar de você ao ouvir uma música. Ele não vai passar noites acordado pensando no quanto poderia ter dado certo, nem vai ficar imaginando planos que um dia poderiam se realizar. Não vai sentir ciúmes ao ver você conversando com outro menino, e com toda certeza do mundo, não vai passar horas no seu perfil só pra saber como foi seu dia, ou se você se interessou por alguém. Ele não vai perceber que fez a maior burrada de sua vida, nem vai se lamentar por ter perdido a pessoa que o fazia sorrir. Ele não vai compartilhar fotos de casais no facebook, e nem escrever coisas tristes no twitter. Ele não vai chorar, nem sofrer e muito menos morrer de amor. Não vai dar justificativas do por quê de tudo ter acabado, e nem vai querer saber o que você pensa sobre, e nem como você reagiu a tudo isso. Ele não vai sorrir ao te encontrar na rua, e se te ver, não vai ficar pensando o dia inteiro em como seu cabelo estava lindo, ou em como o seu sorriso é estonteante. Ele não vai correr atrás de ninguém, e provavelmente logo estará com a menina mais fácil que encontrou por aí. Ele não vai te amar, isso, se chegou a amar um dia.

Anonymous
você é assim sempre tão linda?
“Não importa onde você parou ou em que momento da vida você cansou. Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo. É renovar as esperanças. E eu pergunto: sofreu muito nesse período? Foi a dor do aprendizado. Chorou muito? Foi a limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las. Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
“Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossivel. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.
“Resolvemos seguir em frente, cada um pro seu lado e nos apagar da vida sem saber que apagar da memória não seria uma opção. Cada um tomou um novo rumo, na ultima conversa falamos com tanta certeza de um futuro incerto, que tudo parecia se resolver a cada pronuncia. Os dias foram se passando, e nada parecia passar… Só o tempo que ia levando tudo pro passado, menos a vontade de ficar. A cada segundo essa mania de procurar ficava maior do que a vontade de deixar passar. Eu já me arrependi milhares de vezes por ter expulsado pessoas que eu amava da minha vida em um momento de incompreensão. A fúria que eu não conseguia controlar foi a mesma que eu senti por não conseguir me perdoar. Eu chorei por dentro enquanto sorria por fora tentando camuflar a minha própria tristeza com demonstrações fictícias de alegria, e no final era só medo de mostrar pra mim mesmo a fraqueza que eu sentia. Suspirei fundo lembrando de momentos que me faziam bem e simplesmente abandonei tudo por medo de errar. Então errei. Desisti das pessoas que eu pensava, desisti de correr atrás de quem eu amava, desisti de tentar voar, mas continuei observando os pássaros aproveitando a sua liberdade. Eu senti certa inveja de quem alçava vôo em direção a alegria, e mesmo que fosse empurrado do penhasco e se machucado na queda, teria a força de olhar nos olhos de alguém e dizer “eu te perdôo por isso”. Comecei a ter pesadelos e os ignorava, quando percebi já não precisava mais dormir para vivê-los. Às vezes eu sinto saudades de alguém, às vezes eu sinto saudades de mim, e às vezes eu sinto saudades de ser o motivo da saudade de alguém.